| 1870 | |
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Deutsche Bank é fundado em Berlim para promover e facilitar as relações de comércio entre a Alemanha e os mercados internacionais. |
| 1887 | |
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Deutsche Bank começa a atuar nas Américas do Sul e Central com o nome de Banco Alemão Transatlântico, que pertencia a uma subsidiária do Deutsche Bank, o Deutsche Ueberseeische Bank (Banco Alemão Ultramarino), fundado em Berlim em 2 de outubro de 1886. A primeira filial na América do Sul foi estabelecida em Buenos Aires, Argentina. Em seguida, foram instaladas filiais no Chile (1889), no México (1902), no Peru (1905), na Bolívia (1905) e no Uruguai (1906). |
| 1911 | |
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Banco Alemão Transatlântico abre uma filial no Rio de Janeiro. |
| 1913 | |
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Aberta filial em São Paulo, na Rua Direita, região central da cidade. Também são abertas filiais em Santos e Petrópolis. |
| 1917 | |
| A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial interrompe temporariamente a atividade do banco. | |
| 1919 | |
| O Banco Alemão Transatlântico retoma gradualmente suas atividades. A filial no Rio de Janeiro é reaberta. | |
| 1920 | |
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Reaberta a filial em São Paulo, na Rua Álvares Penteado. |
| 1921 | |
| Reativada a filial de Santos e aberta filial em Curitiba. | |
| 1926 | |
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Filial do Rio de Janeiro instala-se na Rua da Alfândega, região na qual concentrava-se a maior parte dos bancos estrangeiros no País, devido à proximidade com as instalações portuárias da então Capital Federal. | |
| 1939 a 1945 | |
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No período da Segunda Guerra Mundial cresce o número de bancos brasileiros e diminui o número de estrangeiros, também devido ao envolvimento direto do Brasil no conflito mundial em 1942, ao lado dos Aliados. A declaração de guerra representou a paralisação de todos os negócios entre o Brasil e os países que compunham o Eixo, entre eles a Alemanha. |
| 1942 | |
| Banco Alemão Transatlântico paralisa as suas operações no Brasil. São nomeados interventores para encerrar suas atividades. | |
| 1955 | |
| Deutsche Ueberseeische Bank volta a operar no Brasil, com um escritório de representação em São Paulo. | |
| 1956 | |
| Deutsche Ueberseeische Bank abre escritório de representação no Rio de Janeiro. | |
| 1957 | |
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Com a reconstituição do Deutsche Bank na Alemanha e após um período marcado pelas dificuldades para o estabelecimento efetivo e para o seu desenvolvimento no Brasil por causa das guerras mundiais, o Banco Alemão Transatlântico inicia uma nova fase no País. | |
| 1967 | |
| Banco Alemão Transatlântico adquire participação no Banco de Investimento Industrial S.A. – INVESTBANCO. | |
| 1969 | |
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Banco Alemão Transatlântico inaugura filial, na Rua XV de Novembro, em São Paulo. No Rio de Janeiro, continua atuando com um escritório de representação. |
| 1973 | |
| Deutsche Bank adquire, por meio do Banco Alemão Transatlântico, uma participação no Banco Bradesco de Investimento e também na Companhia Brasileira de Entrepostos e Comércio (Cobec). | |
| 1976 | |
| Deutsche Bank atua como principal gerenciador de um empréstimo de 100 milhões de marcos ao governo brasileiro. | |
| 1977/1978 | |
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Deutsche Bank na Alemanha incorpora o Deutsche Ueberseeische Bank (Banco Alemão Transatlântico), e sua filial em São Paulo passa a operar oficialmente com o nome Deutsche Bank. O comércio entre Brasil e Alemanha ultrapassa 1 bilhão de dólares ao ano, e o Deutsche Bank oferece diversos serviços financeiros para empresas multinacionais alemãs. |
| 1982 | |
| México pede moratória, o que repercute em toda a América Latina, fazendo o Brasil entrar em uma séria crise de liquidez. | |
| 1983 | |
| Deutsche Bank é um dos coordenadores dos projetos de reestruturação das dívidas brasileira e mexicana. | |
| 1986 | |
| Criada a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). | |
| 1988 | |
| Deutsche Bank abre filiais em Porto Alegre e Campinas. | |
| 1989 | |
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O Deutsche Bank na Alemanha adquire o banco de investimentos inglês Morgan Grenfell Group, e com isso o banco entra em nova fase de desenvolvimento em todo o mundo. | |
| 1990 | |
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Apostando na expansão dos negócios no País, a filial do Deutsche Bank São Paulo muda-se para um novo prédio alugando quatro dos oito andares de um imóvel na Rua Alexandre Dumas, na zona sul da cidade. O começo dos anos 90 é marcado por movimentos de ajustes internos. Em 1990 o Deutsche Bank decide expandir as carteiras de banco comercial e solicita ao governo brasileiro a recuperação de todas as patentes para abrir filiais em Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. |
| 1992 | |
| Deutsche Bank abre uma filial no Rio de Janeiro. | |
| 1993 | |
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O Banco inicia atividades de administração de recursos e volta-se para o mercado de exportação. No mesmo ano lança os primeiros fundos de commodities. | |
| 1994 | |
| As filiais do Deutsche Bank AG são transformadas em Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão. Também em 1994 uma decisão do governo brasileiro, aliada às mudanças dos negócios do Deutsche Bank em todo o mundo, converge para a adoção do modelo de banco múltiplo. No mesmo ano, como parte desse reposicionamento, o Deutsche Bank Brasil inicia atividades no mercado brasileiro de capitais, com a constituição de um Fundo Mútuo de Ações na Comissão de Valores Mobiliários e a emissão de debêntures. | |
| 1995 | |
| Deutsche Bank abre uma filial em Curitiba. | |
| 1996 | |
| É criada a Administração de Bens, para complementar a carteira de produtos no segmento de Private Banking, e lançada a área de Custódia, para administração e custódia de bens e auxílio a investidores internacionais. São criados novos produtos na área de Global Markets/Tesouraria, adequados ao mercado brasileiro. Deutsche Bank adquire participação de 10% da Santa Catarina Seguros e Previdência S.A., empresa sediada em Florianópolis. | |
| 1996/1997 | |
| Entre 1996 e 1997 encerram-se as atividades para pessoas físicas no Deutsche Bank Brasil e as filiais passam a ser gradualmente fechadas, permanecendo a filial em São Paulo. São mantidos os serviços de assessoramento na área de câmbio de turismo e remessas internacionais. Esse movimento reflete a mudança do foco de atuação do Banco globalmente. | |
| 1997 | |
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Aberta a Deutsche Morgan Grenfell S.A. Corretora de Valores. Deutsche Bank Brasil participa da privatização da Companhia Estadual de Gás do Rio de Janeiro. | |
| 1998 | |
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Deutsche Morgan Grenfell S.A. Corretora de Valores passa a se chamar Deutsche Bank Corretora de Valores S.A., devido à extinção da marca Morgan Grenfell em todo o mundo. O Banco atua como Advisor e participa, com 75 milhões de dólares, na operação Petrobras Bridge-Facility para financiamento da Fase 1 de desenvolvimento das reservas de Barracuda e Caratinga, na Bacia de Campos. | |
| 1999 | |
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Deutsche Bank adquire Bankers Trust Company, banco de investimentos sediado nos Estados Unidos, o que reforçou a presença do Deutsche Bank na América Latina e possibilitou sua entrada em mercados apoiados no dólar. No Brasil, as atividades do Bankers Trust foram mescladas com as do Deutsche Bank. | |
| 2001 | |
| MaxBlue, nova consultoria financeira pessoal online do Deutsche Bank, começa a operar no Brasil. No final do mesmo ano, o Deutsche Bank vende 49,9% da MaxBlue para o Banco do Brasil, visando, com a parceria, a expansão dos negócios por meio dos canais de comunicação existentes e de um fortalecimento no segmento de e-commerce. | |
| 2002 | |
| Os negócios em Asset Management são vendidos para o Bradesco. | |
| 2004 | |
| Deutsche Bank vende a MaxBlue para o Banco do Brasil. | |
| 2005 | |
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Deutsche Bank lidera várias operações do Tesouro Nacional e consagra-se como o banco que mais assessorou o governo nas operações de captação. | |
| 2006 | |
| Deutsche Bank figura entre os bancos que mais assessoraram em fusões e aquisições, aumentando suas operações de Banco de Investimento e também de Trade Finance. | |
| 2007 | |
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O Deutsche Bank Brasil muda-se para um novo endereço, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. |
| 2008 | |
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O novo Presidente para o Deutsche Bank Brasil, Bernardo Parnes, passa a integrar o Comitê Executivo para as Américas. Deutsche Bank coordena a primeira emissão de bônus para o Brasil – razão pela qual recebe o prêmio IFR Awards 2008 Latin America Bond. | |
| 2011 | |
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Deutsche Bank completa 100 anos de presença no Brasil. A América Latina se transforma na oitava região do Banco, ao lado de Alemanha, Europa Continental, Inglaterra, Ásia, Japão, Oriente Médio e América do Norte. O Presidente do Deutsche Bank Brasil, Bernardo Parnes, é nomeado CEO para América Latina e passa a liderar também Argentina, Chile e México. A agência de rating Fitch concede ao Deutsche Bank Brasil nota máxima sobre a situação creditícia da subsidiária no País. Aprovado aumento de capital pela matriz. |